domingo, 27 de maio de 2012

Entrevista

ÉPOCA– Você não tem medo de que julguem seu engajamento ambiental como uma jogada de marketing?
Gisele Bündchen –
Não. Tenho certeza das minhas intenções e não me preocupo com isso. Mesmo porque as pessoas só falam algo sobre os outros se elas têm isso dentro delas também. É uma loucura que uma pessoa que não me conheça fale de mim e das coisas que eu penso e sinto. Eu não posso parar de fazer o que me apaixona com base no que os outros vão pensar. Isso vai acabar me paralisando. E paralisa qualquer ser humano. Isso é deixar outro controlar a minha vida. Eu não me preocupo com isso. O que basta é dormir à noite e ficar tranqüila com você mesma. Eu, graças a Deus, sou feliz comigo mesma e com o que venho fazendo. Todas as pessoas possuem seus motivos. O meu vem do meu coração. Para mim, é suficiente eu saber disso.
ÉPOCA – Você já tinha plantado uma árvore?
Gisele –
Sim, na minha casa. Quando eu era criança, em Horizontina, no Rio Grande do Sul, já havia uma preocupação com meio ambiente na escola. Participei de gincanas, e em algumas a gente plantou mudas na região. Tive a sorte de crescer em contato com a natureza. Minhas férias sempre foram na chácara dos meus avós. Convivi com galinha e vaca. Tinha pé de bergamota, laranja e amora. Eu e minhas irmãs passávamos os dias vendo-os plantar milho e outras culturas. Basicamente tudo o que eles comiam era produzido no lugar. Hoje, as pessoas nem sabem de onde vem o que comem.

ÉPOCA – Por que você decidiu plantar uma árvore para marcar sua participação na campanha?
Gisele –
Acho que é uma forma de conscientizar as pessoas. A infância que eu tive foi um tesouro. Cresci em uma cidade de 10 mil habitantes. Eu saía de casa de pés descalços e vivia de calcinha na rua. Hoje, infelizmente, as crianças não têm essa oportunidade. Os pais também não estão muito interessados em dar aos filhos esse contato com a natureza. Porque você pode plantar uma árvore em qualquer lugar. Especialmente no Brasil, que é o país mais fértil do mundo. Você joga qualquer grão no chão que ele nasce. As pessoas precisam ficar cada vez mais conscientes. Por isso, sinto obrigação de passar essa mensagem. Quero passar essa idéia de que a natureza é importante. Eu estou muito feliz de plantar essa árvore e de trabalhar com a SOS Mata Atlântica e com a Jaguati... (Risos.) Desculpa, eu me enrolo com o nome porque penso em jabuticaba. Ja-gua-ti-ba-i-a. Acho que é fundamental o trabalho desses parceiros.

ÉPOCA – Que mensagem você quer passar?
Gisele –
Somos 6 bilhões de pessoas no planeta. E todas essas coisas que a gente usa – e abusa, como a água e as árvores, são finitas. Não tem como produzir mais. A gente tem de preservar o que restou e replantar o que destruiu.

ÉPOCA – Quem teve a idéia de financiar o plantio da Floresta Gisele Bündchen em São Paulo e na Bahia?
Gisele –
Os parceiros fizeram algumas indicações, e eu achei que seria legal começar pelas regiões onde vive o maior número de pessoas. E nessas áreas são 140 milhões de habitantes. As florestas são importantes para a manutenção da água. Imagine só o que vai acontecer com essas pessoas se cortarmos tudo. Não vai ter água. Imagine os 20 milhões de habitantes de São Paulo sem água...

ÉPOCA – Muita gente acusa você por ter participado de uma campanha com casacos de peles de animais em 2002. Um grupo de ativistas até invadiu a passarela. Como você vê esse episódio hoje?
Gisele –
Eu tinha 21 anos. Foi muito importante isso ter acontecido. Eu sou grata a esse episódio. Não sei se foi necessário eles terem invadido a passarela, mas eu aprendi. Eu fui fazer a campanha para uma marca e nem pensei que aquilo fosse repercutir de forma negativa. Foi pura desatenção. Ainda mais comigo, que nunca pensei em fazer mal a um animal. Me mostraram um vídeo do Peta (organização contra o uso de peles de animais) em que os bichos sofriam. Eu não consegui nem ver até o fim. Na verdade, eu não tinha pensando nas conseqüências. Depois disso, comecei a entender o impacto do que faço. Para mim era apenas uma foto, e eles entenderam como algo maior. Cresci e não sou mais a mesma pessoa. Isso é o legal da vida. E, por mais que tenha sido sofrido, eu sou grata.

ÉPOCA – Até onde você pretende ir com sua luta pelo meio ambiente?
Gisele –
No budismo, eles falam sobre o desapego. Tudo o que temos nos foi emprestado, o seu corpo, os seus amigos e as experiências. Na verdade, essas coisas são todas como professores que nos ensinam a ser um ser humano melhor. E, depois que a gente morre, nada vai com a gente. O que fica é o que você fez. E eu quero saber quando tiver uns 70 anos que, na minha vida, fiz coisas que eu – não os outros – julguei importantes. O que me importa é saber que usei meu tempo aqui com coisas que me dão orgulho.

Artigo De Opiniao (exemplo)


“LEI SECA”OU” LEI TOLERANCIA ZERO”?



A lei n.º 11.705 entrou em vigor e, com ela, nova polemica: trata-se de uma norma que vem para tentar diminuir o numero absurdo de acidentes que acontece nas estradas ou, simplesmente, um rigor acima do normal ?
A maior preocupação que devemos ter é se o estado disporá de estrutura suficiente para fiscalizar as operações nas estradas ou se os mesmos problemas de outras épocas surgirão. É preciso, no meu entender, que os encarregados pelos procedimentos não se deixam levar pela corrupção, pelo suborno, pela intimidação política. Isso já é um passo na tentativa de encontrar um caminho que amenise o horror de rodovias do Brasil
Quando falo em condições estruturais estou abordando, para ser mais especifico , se os equipamentos adequados para as averiguações existirão em quantidade e em conservação necessárias para tal. O bafômetro e a ferramenta inicial, mas os agentes devem ser treinados, orientados da melhor maneira possível para que também não cometam injustiças, como é bastante comum em nosso pais.
Não cabe, então, o mérito de saber se a lei é rigorosa ou esta bem elaborada. Uma coisa é obvia: precisamos de diminuir os desastres, muitas vezes decorrentes pela falta de responsabilidade, mas o governo também precisa garantir estradas de qualidade para que o objetivo da nova regulamentação do transito seja alcançado prenamente.

Piada


Amigos Até a Morte


A quele fazendeiro tinha um lindo cavalo que um certo dia adoeceu gravemente e já não conseguia mais parar em pé. Ao ver o cavalo sofrendo tanto, resolveu chamar um veterinário.
O veterinário examinou-o durante um longo tempo e, por fim, observou:
? Olhe, o seu cavalo está com uma virose muito grave. Eu dei-lhe uma injeção, mas não sei se o bicho vai reagir. Amanhã eu voltarei e se ele não reagir, infelizmente teremos que sacrificá-lo. E foi embora.
O porco, vizinho de estábulo do cavalo, ao ouvir a conversa, ficou compadecido com a situação do amigo.
? Ei, você tem de reagir ? recomendava. ? Não pode se entregar desse jeito. Descansa bastante hoje a noite e amanhã você estará novo em folha. O cavalo relinchou baixinho, agradecendo.
No dia seguinte, o cavalo continuava deitado quando eles chegaram.
? É infelizmente vamos ter de sacrificá-lo. ? lamentou o veterinário.
E o porco, quase desesperado:
? Ei, amigo. Levanta! Vamos, força! É agora ou nunca!
Nisso, num esforço fenomenal, o cavalo levanta-se lentamente e depois sai correndo.
? Viva! ? bradou o fazendeiro. ? O cavalo se recuperou. Vamos fazer uma festa pra comemorar! Mata o porco!


Charge

Noticia

Bimotor é encontrado em chamas em Delta, MG

Polícia suspeita que a aeronave seria usada para transportar drogas.
Foram feitas buscas na região, mas ninguém foi encontrado.


Um avião bimotor foi encontrado em chamas na tarde deste domingo (27) no município de Delta, no Triângulo Mineiro. Ele estava em uma pequena pista usada por aviões de pulverização. Os brigadistas de uma usina apagaram o fogo. Não havia ninguém dentro do avião. Foram feitas buscas na região, mas ninguém foi encontrado.
Segundo a Polícia Militar, que esteve no local, há suspeita de que o bimotor seria usado para transportar drogas. A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) foi avisada e informou que o proprietário do avião é de Mato Grosso. A Polícia Federal vai investigar o caso.

Musica


Final de Semana

Só depois daquele beijo despertou o meu desejo
Fiquei todo arrepiado com o seu beijo roubado
Se fazendo de difícil, quer ficar sem compromisso
Com essa cara deslavada, finge estar apaixonada

Mas não adianta, não engana,
Vai fazer a sua fama
E achar o que procurou

Amor, me dá um beijo,
Vem matar essa vontade, vem dormir na minha cama
Eu posso te fazer feliz por toda a vida
E mais um final de semana

Só depois daquele beijo despertou o meu desejo
Fiquei todo arrepiado com o seu beijo roubado
Se fazendo de difícil, quer ficar sem compromisso
Com essa cara deslavada, finge estar apaixonada

Mas não adianta, não engana,
Vai fazer a sua fama
E achar o que procurou

Amor, me dá um beijo,
Vem matar essa vontade, vem dormir na minha cama
Eu posso te fazer feliz por toda a vida
E mais um final de semana

Fabula


O Leão e o Asno

Um Leão e um Asno combinaram que iriam caçar juntos. Em sua busca por presas, logo os caçadores viram um grupo de Cabras Selvagens que se esconderam numa caverna, e então resolveram traçar um plano para capturá-las. O Asno entraria na caverna e se encarregaria de atraí-las para fora. O Leão, claro, ficaria do lado de fora à espreita, pronto para atacá-las, tão logo de lá saíssem.
O plano funcionou com perfeição. Estando as Cabras tranqüilas, distraídas e confiantes de que estavam em segurança no seu retiro, não perceberam que o Asno ali adentrara. O animal invasor, de surpresa, fez um barulho tão assustador, pulando e zurrando, com toda força que lhe era possível dispor, que as Cabras, tomadas de pânico, não tiveram outra reação senão correrem para todos os lados assustadas.
E logo, um pouco recuperadas do susto, conseguiram encontrar a saída do confinamento, e julgando que estariam mais seguras do lado de fora, saíram dali correndo em disparada, apenas para caírem indefesas nas garras do Leão que, de prontidão, as aguardava à entrada da caverna.
Orgulhoso do seu feito, o Asno saiu para fora da caverna e disse: "Você viu como coloquei todas à correr?".
Ao que o Leão respondeu: "Sim, sem dúvida, e se eu não conhecesse você tão bem, certamente que faria a mesma coisa que elas".
Moral da História:
O fanfarrão com seu vozeirão e exibicionismo, não é capaz de impressionar aqueles que já o conhecem.